Como funcionam os aplicativos de delivery para quem quer ser entregador

Com carro, moto ou bicicleta: veja como ganhar dinheiro com os aplicativos de entrega
2 de outubro de 2019LEITURA DE 7 MIN

Os aplicativos de entrega estão ganhando cada vez mais espaço nas grandes cidades. Segundo uma pesquisa da Locomotiva Instituto de Pesquisa divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 5,5 milhões de brasileiros são entregadores, número que representa uma fatia de mais de 23% dos autônomos do país. 

De acordo com o levantamento, 90% desses profissionais utilizam as plataformas digitais como Ifood, UberEats e Rappi para fazer as entregas. O que começou como uma forma de ganhar uma renda extra, hoje é o trabalho principal de pessoas que ficaram desempregadas ou simplesmente buscam uma maior autonomia profissional.

Os aplicativos permitem que os entregadores façam seus próprios horários de trabalho. Muitos acabam seguindo as chamadas horas de pico, quando aumenta o número de pedidos, como o fim da tarde e à noite. Algumas empresas, como o Ifood, disponibilizam um local para descanso dos profissionais autônomos durante o dia. 

É preciso ficar atento, porém, com as questões trabalhistas. Usar qualquer um dos aplicativos para fazer entregas atualmente não gera um vínculo empregatício com as empresas, que também não oferecem itens como equipamentos de proteção e segurança para quem pedala ou dirige pelas ruas.

Veja como ganhar dinheiro com cada aplicativo de entrega: 

  • Rappi

A plataforma não trabalha apenas com a entrega de comidas, mas aceita pedidos de itens de supermercados, lojas, farmácias e até entrega de dinheiro. O primeiro passo para começar a entregar com Rappi é fazer um cadastro virtual na plataforma Rappi Entregador colocando informações pessoais e fotos de documentos, como RG e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para quem optar por fazer as entregas de moto. 

Depois de enviar os dados, é preciso esperar um contato da plataforma para participar de uma palestra sobre como os serviços serão prestados para a empresa. E, em seguida, responder a um pequeno questionário. Para receber, o trabalhador autônomo deve ser um Microempreendedor Individual (MEI), e ter um cadastro na plataforma SmartMEI.

  • James

Lançada em 2019, a plataforma de delivery pede o preenchimento de um formulário online para quem tem interesse em ser um entregador. O valor da remuneração é de R$ 5,39, de segunda a sexta, para distâncias de até 3 quilômetros retos entre o estabelecimento e o local de entrega do pedido. Para distâncias maiores é acrescentado um valor por quilômetro que pode variar. Já aos finais de semana, o valor mínimo de ganho é de R$ 7,19 por entrega. 

  • iFood

Para ser um entregador Ifood é preciso se cadastrar no aplicativo Ifood para Entregadores informando dados pessoais e documentos como a carteira de motorista. É possível escolher entre atuar em uma área para diversos restaurantes ou focar em um único estabelecimento. Com a confirmação do cadastro já é possível começar a rodar a cidade fazendo entregas. 

  • UberEats

O primeiro passo para ser um entregador do UberEats também é preencher um cadastro no site da empresa. Tanto para quem vai usar bicicleta quanto para quem vai usar moto ou carro para fazer as entregas é exigida a CNH. A diferença é que para aqueles que percorrerão a cidade motorizados o documento deve ter a observação de que ele Exerce Atividade Remunerada (EAR).

Com o cadastro feito, é preciso esperar a aprovação e a liberação para começar a rodar fazendo as entregas. Para quem já é um motorista Uber o processo fica um pouco mais simples. No mesmo aplicativo Uber Partner, é possível aceitar os Termos e Condições para começar a receber pedidos de delivery de comida. A opção pode ser desativada quando o motorista quiser. 

O aplicativo é o único da categoria que oferece um seguro para cobertura de acidentes pessoais durante o processo de entrega do pedido ao cliente. Ou seja, desde o momento em que o motorista aceita o pedido até a entrega da comida para o usuário.

O seguro tem cobertura de R$ 100 mil em caso de morte acidental, valor que também pode ser atingido em caso de invalidez permanente ou parcial, dependendo do grau de perda de sentido ou do membro afetado. Para despesas hospitalares pode ser reembolsado o valor de até R$ 15 mil.

Maquininha de cartão

Alguns aplicativos, como o Ifood, permitem que o usuário pague o valor do pedido no momento da entrega diretamente para o entregador. Ou seja, o entregador que tem uma máquina de cartão pode atender a esse tipo de solicitação e aumentar o número de entregas.  

Leve e compacta, a SumUp Top só precisa de um celular com acesso à internet para funcionar. Por não ter aluguel, taxa de adesão adesão ou mensalidade, ela é uma boa opção para profissionais autônomos como os entregadores de aplicativos de delivery.

Equipe Dono do Negócio

O Dono do Negócio é um blog feito pela SumUp para te ajudar a vender melhor.