Juros compostos

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Quem tem pavor de matemática sente até calafrios quando ouve falar em juros compostos. Mas o conceito é muito mais simples do que parece. Quando você faz um empréstimo e deve pagá-lo mês a mês, paga uma porcentagem a mais: os juros. Eles podem ser calculados em cima do valor inicial emprestado, ou do valor de cada parcela. Neste último caso, fica mensalmente mais caro.

Em geral, os empréstimos são feitos com base em juros compostos, não em juros simples (quando o cálculo é feito apenas sobre o valor inicial). Exemplos: Se você pegou um empréstimo de R$ 10 mil com taxas de juros de 1%, para pagar em um ano. Veja como fica em cada caso:

Qual a diferença entre juros simples e compostos

Juros simples

O valor devido aumenta a uma taxa fixa de R$100 a cada mês (1% de R$10.000). Em 12 meses, o total a pagar será R$11.2000.

Juros compostos

No primeiro mês, o valor devido também aumenta em R$100: 1% de R$10.000 = R$100.

No mês seguinte, os juros serão calculados em cima do valor anterior: 1% de R$10.100 = R$101.

No segundo mês, os juros serão calculados em cima do valor do segundo mês: 1% de R$10.201 (R$10.100 + 101) e assim por diante. Em 12 meses, o valor total será de R$11.268,25.

Quando os juros compostos são usados

Os juros compostos são os mais usados em praticamente todas as operações hoje. Afinal, são muito mais lucrativos para o cobrador — geralmente o banco. Por isso, é preciso tomar cuidado antes de pegar um empréstimo, fazer dívida no cartão de crédito ou fechar um financiamento. Dependendo do valor emprestado, você acabará pagando muito mais caro do que o valor inicial e pode entrar em uma bola de neve.

Por outro lado, se você vai investir dinheiro e o rendimento será calculado com juros compostos, será vantagem para o seu bolso — já que o valor embolsado será muito superior ao recebido com juros simples.

Equipe Dono do Negócio

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